A atual crise de recessão nos Estados Unidos tem preocupado os mercados financeiros e investidores do mundo inteiro. O problema começou com um “boom” no mercado imobiliário do país. O medo que esta crise financeira gera é de uma possível desestabilização da economia mundial. Mas como foi citado pelo economista e acadêmico estadunidense Edmund Phelps, em uma entrevista dada a Revista Veja do mês de abril, “o mundo pode se despreocupar com uma crise generalizada devido a este ‘boom’ imobiliário nos Estados Unidos, porque até mesmo neste país este problema ainda não está sendo visto como uma recessão, mas sim como uma possibilidade de recessão, já que outros pontos da economia estadunidense ainda vão bem, como é o caso das exportações, além do mercado financeiro americano não ter mais a mesma colocação no mercado internacional como a uma ou duas décadas atrás”. A Europa, graças ao euro, conseguiu se estabilizar de forma bem positiva no mercado financeiro internacional, assim como a China, que está se destacando cada vez mais na conjuntura internacional. Por enquanto, o mundo pode se despreocupar com a recessão e a queda do dólar americano, já que hoje a economia internacional tem outras bases para se apoiar. No Brasil essa queda do dólar pode ser favorável, segundo Phelps, pois a nossa produção interna irá com certeza crescer muito, assim como o índice de empregos que poderá sofrer uma forte alta. A notícia negativa é que nossas exportações diminuirão, mas ainda assim o Brasil conseguirá se manter bem economicamente, devido ao padrão de crescimento em que está nos últimos anos. Não só o Brasil, mas podemos destacar também o Chile na América do Sul. É, pelo jeito, a melhor coisa a se fazer no momento é aproveitar a queda do dólar para viajar!
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Alencar Cordeiro Ridolphi, 18 anos, é aluno do 1º período de Relações Internacionais da Universidade Candido Mendes (Campos-RJ).
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Aprovei a forma como vc sintetizou, os efeitos da crise econômica americana, para o nosso país, Alencar.
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